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Café Origens do Brasil

Café Origens do Brasil

São João do Paraíso fica no norte de Minas Gerais, na microrregião de Salinas, próximo à divisa com o estado da Bahia, acima dos 100 metros de altitude. Cafezal gosta da alta montanha, lugar onde cresce confortável e, normalmente, produz cafés admiráveis.

Os do Cléber Marques, assim como o de outros produtores familiares da região, têm característica encorpada, com as notas de frutas vermelhas que encantaram os suíços. Ao prová-lo, com a torra média definida pela Nestlé, a partir de palavra decisiva do barista da empresa, percebemos, no entanto, que a sua principal virtude é o equilíbrio entre a força e a acidez, o que o faz um café realmente gostoso de tomar.

Você é cafezeiro? Gosta de tomar café? Nem pense em comparar o Origens do Brasil, com lotes pequenos, vendidos a peso de ouro, no mercado de cafés especiais. Mas, olha, ao coá-lo (depois de alguns testes, achamos que o coador tradicional é o melhor meio para preparar os grãos vendidos já moídos paraisenses), a gente encontra um café realmente honesto, agradável de beber, com surpreendente residual de sabor em boca. É, definitivamente, muito adequado para o dia a dia, sem raio gourmetizador (aquele que quer transformas o simples e gostoso em gourmet – como o queijo mineiro, que existe desde sempre), ótimo para acompanhar um pãozinho com manteiga, um pedaço de bolo de fubá... Assim, como, aliás, fazem o Cléber e a família dele e também tantos outros produtores da região, que agora, adotando padrões sustentáveis, terão o café das suas terras comprados pela multinacional.




Sweet Relish Strumpf,

Sweet Relish Strumpf,

As delis de Nova York formaram o cenário salivante de um dos melhores companheiros que se pode achar no mundo para os hot-dogs: o relish de pepino.

Ou melhor, o sweet relish preparado com pepino japonês fermentado sem as sementes, triturado de modo a manter crocância, com vinagre, açúcar, pectina (que dá consistência de geleia) e grãos de mostarda.

Por aqui, o mestre ketchupeiro Dudu Strumpf, famoso pelos seus molhos com tomate, chegou numa receita matadora do melhor amigo do cachorro quente. Resultado: oba!, temos por aqui um produto tão bom quanto os que encontramos na terra do Tio Sam. É provar e se apaixonar. E quer saber? Vai bem com tudo.




Melato Bracatinga

Melato Bracatinga

O fantástico Melato de Bracatinga vale nota alta com louvor. Ele é um verdadeiro tesouro, praticamente desconhecido Brasil afora. Até mesmo em Santa Catarina, de onde  vem.

O melato é obtido nas regiões mais altas do estado, a partir de um inusitado processo de extração do mel convencional, que se origina no pólen das flores. A cada dois anos, a casca da Bracatinga, uma árvore nativa da Mata das Araucárias do Sul do país, é atacada por um inseto parasita chamado Cochonilha, que suga a seiva da árvore e expele um líquido doce que atrai as abelhas que produzem o caldo que, na boca, parece ter algo do açúcar da cana – mas não tem!

Ambar escuro, nem doce ele é. É adocicado, com toques vegetais e um leve (bem leve) amargor.

O Eugênio Basile, da Mbee, sugere como um belíssimo ingrediente para ser usado em receitas das mais variadas. E é mesmo. Mas, ao prová-lo, este escriba foi muito além. É uma delícia sobre queijos, com café; com frutas mais ácidas (tente com abacaxi a alguns dias de amdurecer)... Até no corn flakes foi parar. E fica ótimo!

 




Populus Coquetel

Populus Coquetel

Durante o período de quarentena, o bartender Igor Renovato criou o que chama de "adestramento etílico" para ensinar coqueteleria de forma descontraída, em lives  sobre sua matéria atual: a Coqueletaria Popular Carioca. Dela saem coisas como o Sex on the Bode: cachaça no lugar da vodca, e no lugar do licor de pêssego... Jurupinga. E também o Populus (“pertencente ao povo”).

Ele traz uma mistura secreta com toques especiais que o faz absolutamente instigante e com uma memória afetiva, que nos conecta com o que conhecemos desde sempre. E não com drinques que, vamos combinar, aprendemos a gostar, como o Negroni. É um joia. E viva a Coquetelaria Popular Brasileira!




Fubá de Milho

Fubá de Milho

Milton Luiz Pereira cresceu vendo o milho, o trigo e o centeio moídos nas imensas rodas de pedra, e hoje representa a quarta geração da família, já trabalhando ao lado do filho na produção de farinhas artesanais no moinho Santa Felicidade.

Hoje, dedicado a produção de máquinários industriais para moinho, ele guarda o segredo de uma pequena produção artesanal de farinhas. "Quando a quantidade é menor, o contato é direto com o produto. É o dono que faz, acompanha, prova. Seleciona o milho de melhor qualidade para o fubá."

No processo, o milho é degerminado, com o miolo e a pele retirados, e vira a canjica que é moída e peneirada. O fubá puro resultante é também a marca de bolos e pães deliciosos, um ingrediente para se ter à mão que hoje faz parte da história da cozinha brasileira.




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